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	<title>Ministério Água Viva &#187; igreja e sociedade</title>
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	<description>Enchendo o mundo de arte alegria e vida</description>
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		<title>Crente Barulhento</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 19:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Musse Jereissati</dc:creator>
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O QUE VOCÊ PENSA SOBRE OS BARULHOS EMITIDOS PELAS IGREJAS???
REGISTRE SEU COMENTÁRIO.
De certo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>&#8220;De certo é muito comum encontrarmos igrejas localizadas entre prédios e casas. Alegria para muitos e desespero para outros. O fato é que o som alto tem sido alvo de críticas por parte de quem mora ou trabalha perto de uma igreja.&#8221;</h4>
<p><img src="http://www.aguaviva.org.br/wp-content/uploads/2008/01/crente_barulhento_main.jpg" alt="Crente Barulhento" /></p>
<h4>O QUE VOCÊ PENSA SOBRE OS BARULHOS EMITIDOS PELAS IGREJAS???<br />
REGISTRE SEU COMENTÁRIO.</h4>
<p>De certo é muito comum encontrarmos igrejas localizadas entre prédios e casas. Alegria para muitos e desespero para outros. O fato é que o som alto tem sido alvo de críticas por parte de muitos que moram ou trabalham perto de uma igreja.</p>
<p>Músicos exacerbam na altura do volume dos instrumentos, pastores gritam ao evangelizar, e o vizinho, incomodado, reclama e continua a pensar que o “crente” é mesmo alienado, ignorante ou perturbado.</p>
<p>Em princípio não se discute a forma do agir do Espírito Santo. De certo cada um possui sua forma de louvar, de adorar ou pregar. Pessoas são abençoadas com dons que são externados sob o agir de Deus. Evangeliza-se cantando, falando baixo ou alto, através de testemunhos e até mesmo no silêncio. O que resta é a sensibilidade para usarmos os dons que estão ao nosso dispor. Jesus ao evangelizar se utilizava muitas vezes de parábolas, uma forma de não agredir o entendimento de quem o ouvia. É natural a vontade do Cristão em querer pregar. Ide e Pregai, portanto, um dever sagrado: Espontânea manifestação daqueles que provaram o amor de Deus e querem que o próximo também seja, assim, agraciado.</p>
<p>Após nos convencermos da alegria, da importância e do dever de pregar, passamos para a reflexão quanto à forma de exteriorizarmos a palavra de Deus. Alguns entendem que pelo fato de existir tal ordenamento (Ide e Pregai), devemos então sair abordando as pessoas e “obrigá-las” a aceitar Jesus. Muitas vezes obtemos o efeito inverso do pretendido. Assustamos as pessoas e elas simplesmente se fecham, não conseguindo abrir seus corações para preenchê-los com o amor Deus.</p>
<p><img src="http://www.aguaviva.org.br/wp-content/uploads/2008/01/crente_barulhento_art_1.jpg" alt="Crente Barulhento - Artigo I" /></p>
<p>Se observarmos na bíblia as condutas de Jesus teremos o privilégio de observar a sensatez como ele tratava até mesmo as meretrizes. Portanto, devemos buscar em Deus a sensibilidade e sabedoria para não invadirmos o íntimo do nosso próximo, mas sim desenvolvermos ambientes adequados para tocarmos o coração deste.</p>
<p>O respeito à liberdade auditiva do nosso vizinho independe do tipo de música que está sendo produzida. Em recente discussão do assunto na Câmara Municipal de Fortaleza, pastores defendiam a tese de que, pelo fato de estarem divulgando a Boa Nova, seria lícito a &#8220;ilimitação&#8221; do volume emitido pelas igrejas. Alegavam ainda que o governo nada fazia com shows que aconteciam em áreas da região metropolitana; que existiam crimes muito mais graves para se preocupar, nos quais os criminosos eram impunes.</p>
<p><img src="http://www.aguaviva.org.br/wp-content/uploads/2008/01/crente_barulhento_art_3.jpg" alt="Crente Barulhento - Artigo III" /></p>
<p>Tal visão é extremamente limitada. Primeiramente analisemos o assunto sob o fulcro da natureza jurídica: Não é pelo fato de existirem crimes mais severos que devemos desconsiderar ou esquecer o crime mais brando. Não é pelo fato que um homicida não é preso que devemos nos achar no direito de furtar, crime este considerado mais leve por ser contra o patrimônio. O fato de existir impunidade em relação às casas de shows, que praticam poluição sonora, ou de existir criminosos em liberdade, não nasce a justificativa ou a permissão para que pratiquemos os crimes ou contravenções que entendemos inofensivos ou insignificantes.</p>
<p>Fazendo uma analogia ao pecado, alguns gostam de hierarquizar, pecado versus pecadinho. Viver em sociedade é respeitar o próximo, que não é obrigado a sofrer prejuízos devido a uma exacerbação de um vizinho ou de uma igreja vizinha, como é o caso em comento. Tal direito é constitucional e na seara jurídica assim fundamentamos.</p>
<p>Partimos para reflexão bíblica do tema, quando em princípio podemos citar uma frase que nós cristãos comumente falamos “A COMEÇAR EM MIM…”, logo não podemos diante deste aforismo dizer que pelo fato dos outros praticarem iniqüidades nos também podemos.</p>
<p><img src="http://www.aguaviva.org.br/wp-content/uploads/2008/01/crente_barulhento_art_2.jpg" alt="Crente Barulhento - Artigo II" /></p>
<p>Falar sobre Deus é um presente. Ele é o próprio amor e a razão de estarmos reunidos. Não só o caminho, mas a vida em nossas vidas. É Quem nos levará à vida eterna. É preciso apenas sensibilidade vinda do alto. Temos que evangelizar e isso significa pregar e não gritar a palavra de Deus. Desse modo, não queremos tolher o evangelismo e o louvor, até porque a adoração requer a liberdade de extravasamento do amor; portanto, um sentimento que regra humana nenhuma é capaz de interferir.</p>
<p>Ocorre, que muitas vezes, com boas intenções, acabamos prestando um contra testemunho. Desta feita, contribuímos para que milhares de pessoas se afastem de Deus e ainda continuem pensando que ser crente é ser alienado, quando na verdade é um chamado, um presente de Deus.</p>
<p>Reservemos então em nossas orações um tempo para despertarmos os nossos corações diante da forma que devemos respeitar o irmão e de como podemos ser sensíveis ao dom de cantar e falar do amor de Deus&#8230;</p>
<p>Sejamos, pois, fontes que brotam a verdadeira liberdade inspirativa de quem ama o próximo e a si mesmo.</p>
<p>Renato Carvalho Borges<br />
Coordenador do Ministério Água Viva<br />
Email: <a title="Mande um email para o autor." href="maito:renato@aguaviva.org.br">renato@aguaviva.org.br</a></p>
<h6>Este estudo tem continuação. Publicação em Fevereiro de 2008.</h6>
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		<title>Deus não é surdo</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 19:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Musse Jereissati</dc:creator>
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Um dia desses, voltando do trabalho, vi uma faixa, daquelas de pano, em uma das esquinas da cidade, com os seguintes dizeres em caixa alta e em letras vermelhas: &#8220;OREM MAIS BAIXO! &#8211; DEUS NÃO É SURDO!&#8221;. E, abaixo, em letras menores e azuis: &#8220;Moradores da rua tal&#8230;&#8221;, e escreveram o nome da rua. Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aguaviva.org.br/wp-content/uploads/2008/03/deus_nao_e_surdo_capa.jpg" title="Deus não é surdo" rel="lightbox[54]"><img src="http://www.aguaviva.org.br/wp-content/uploads/2008/03/deus_nao_e_surdo_capa.jpg" alt="Deus não é surdo" /></a></p>
<p>Um dia desses, voltando do trabalho, vi uma faixa, daquelas de pano, em uma das esquinas da cidade, com os seguintes dizeres em caixa alta e em letras vermelhas: &#8220;OREM MAIS BAIXO! &#8211; DEUS NÃO É SURDO!&#8221;. E, abaixo, em letras menores e azuis: &#8220;Moradores da rua tal&#8230;&#8221;, e escreveram o nome da rua. Para efeitos éticos, não vamos citar tantos detalhes, exceto que, naquele local, funcionava uma instituição que se intitulava &#8220;Igreja tal&#8230;&#8221; &#8211; eu nunca tinha ouvido falar &#8211; e que, nas madrugadas, sua calçada era lugar de mulheres fazendo &#8220;programa&#8221;, um ponto de prostituição. Lembro-me bem da época da faculdade, quando tínhamos plantões noturnos, vez por outra chegava alguém ferido ou machucado por briga com os que ofereciam seu &#8220;trabalho&#8221; no &#8220;ponto&#8221; ou vítimas de agressão por insultarem as prostitutas, os travestis ou um outro que aproveitava a ocasião para roubar e assaltar. Aquele lugar exportava gente para as delegacias e para os hospitais.</p>
<p>Mas repare bem que a faixa não fazia nenhuma alusão ao meretrício, ou sequer aos muitos assaltos ali praticados. O mais evidente para os moradores da região era o alto nível dos decibéis produzidos pelos &#8220;crentes&#8221;, que foram chamados &#8220;crentes da rua tal&#8221; &#8211; imagine o nome da rua aqui &#8211; nas discussões das aulas de psiquiatria na faculdade de Medicina. A gritaria era tanta, que os alunos foram investigar &#8211; como atividade extracurricular das disciplinas onde  se estuda a medicina social e o comportamento humano &#8211; o que acontecia de tão extraordinário naquelas paragens.</p>
<p>O que atrapalhava o sono da vizinhança, não eram os gritos de pessoas bêbadas, nem os gritos do pessoal do ponto, nem os insultos dos que passavam de carro e gritavam &#8220;gostosaaaa&#8230;!&#8221;, debochando das mulheres seminuas. Não eram os gritos de socorro de alguém que comprava os serviços da esquina e, por não querer pagar, acabava sendo violentamente agredido. Não era o som das viaturas fazendo inúmeras batidas coibindo a atividade, buscando bocas de fumo ou prendendo desordeiros. Para surpresa de todos, os moradores sentiam-se violentados pela &#8220;gritaria&#8221;, pelo som confuso que emanava das reuniões não na calçada ou na esquina, mas dentro do prédio, no &#8220;salão&#8221;, no &#8220;auditório&#8221; onde acontecia o &#8220;espetáculo&#8221; da fé. Eles descreviam como &#8220;gritos assustadores&#8221;, ou &#8220;gemidos de desespero&#8221;. Isso lhes tirava o sono. Isso, sim os incomodava; mais que a &#8220;zona&#8221;!</p>
<h4>O Som que vem do Céu</h4>
<p>A bíblia descreve a oração comunitária, os momentos de celebração e fala até em gemidos inefáveis. Podemos participar de grupos de oração do movimento carismático onde todas as manifestações do Espírito (veja em I cor 13&#8230;), são vistas pelos que ali oram, onde curas e milagres acontecem, onde vidas são transformadas e o Senhor age intensamente sobre o seu povo reunido. É algo parecido com o &#8220;Pentecostes&#8221;(Cf. Atos 2), percebo. Nessas reuniões &#8211; e eu já participei delas durante anos  na Renovação Carismática &#8211;  em círculos de oração hoje (isso é comum) e em programações que apresentamos nas igrejas pentecostais. Há, sim, um aumento do volume da voz. Há uma certa exaltação no modo de falar, de pregar, de orar, de agradecer e de se derramar diante de Deus. Há uma música mais vibrante, mais adornada de palmas porque há uma alegria tremenda em louvar a Deus pois o Seu Espírito traz esta inspiração e é por Ele que adoramos a Deus.</p>
<p><img src="http://www.aguaviva.org.br/wp-content/uploads/2008/03/deus_nao_e_surdo_text3jc.jpg" alt="Deus não é surdo" /></p>
<p>O som dos cânticos de adoração devem &#8211; porque assim o são por definição &#8211; trazer um alento não só aos ouvidos, mas ao coração e à alma de quem o escuta. Não é à toa que é a música um excelente meio de evangelismo! E evangelizar não é nada mais que apresentar de forma clara, viva e transformadora a ação de Jesus na vida de alguém. Evangelizar não é &#8220;cuspir&#8221; palavras escritas que não causam nenhum efeito, mas transmitir com UNÇÃO e PODER a Boa Nova que é Jesus Cristo. Evangelizar não é falar do passado dos primeiros anos D.C(época dos primeiros cristãos e do nascimento das Igreja),mas falar EM Jesus e muito mais do que isso: permitir que ELE mesmo fale por nós (Cf. Marcos 13:11) através do Espírito Santo. Evangelizar não é jogar na cara de ninguém seus pecados e sua forma de viver, mas trazer a pessoa para Jesus, ensinando com modos carinhosos que há um caminho para a verdadeira felicidade: Deus em nós. Será que alguém se converte sendo acusado, tendo sua vida exposta e julgada? Com certeza, não!</p>
<p>Os primeiros evangelistas, apóstolos e discípulos eram treinados, isto é, formados e preparados para esse fim.  Não era pela sua eloqüência, nem pelo seu largo conhecimento científico. Cada um era chamado &#8211; isso se denomina vocação &#8211; para propagar o evangelho a toda a criatura, com autoridade, com verdade e não com violência. Entenda aqui o contexto: violência não meramente física, mas violência moral.</p>
<p>Vejamos quando Jesus chamou Mateus (Cf. Mateus 9:9) na coletoria. &#8220;<u><strong>Segue-me</strong></u>&#8220;. A vida de Mateus não era nenhum modelo de ética, de moral e de zelo pelo seu povo. Pelo contrário&#8230; Então, existe aí um ensino valioso para nós: Jesus não escolhe &#8211; pois ainda o faz hoje &#8211; as pessoas pelo que elas fazem ou por seus talentos e conhecimentos científicos. Tampouco pelo que possuem no banco ou pela mansão onde moram. Jesus chama a todos, mas escolhe poucos (cf. Mateus 20:16). O critério de seleção parece desprezar todas as coisas mundanas e centrar na disponibilidade do coração de cada um que é vocacionado, ou seja, que é chamado. Eu e você somos chamados a isso! O Senhor quer, dois mil anos depois, que eu, você, nossos amigos, conhecidos, desconhecidos, todos, ouçamos a Sua doce voz e que respondamos &#8220;aqui estou, Senhor&#8230;&#8221;. Esse chamado é para mim e para você também. É para aquelas pessoas que freqüentavam aquela esquina &#8211; e tantas outras  das grandes cidades -, é para os que estavam dentro do templo &#8211; que incomodavam a vizinhança com suas orações em voz tão alta &#8211; e é para a vizinhança que não conseguia dormir&#8230; &#8230; mas que não conseguia também ser evangelizada pelas pregações exaltadas, pelos sermões dramáticos e pelas orações que lembravam mais um lugar de lamentações do que um lugar de Graça; Aquela congregação não evangelizava a sua vizinhança, olhe só&#8230; não era exemplo, nem referência&#8230; Mas era uma pedra no sapato, um aperto no &#8220;calo de estimação&#8221; dos moradores da &#8220;rua tal&#8221;, um peso nas vidas de muita gente.</p>
<h4>A Ética</h4>
<p><img src="http://www.aguaviva.org.br/wp-content/uploads/2008/03/deus_nao_e_surdo_texto_5j.jpg" alt="Deus não é surdo" /></p>
<h5><em>Prega a palavra, insista oportuna e inoportunamente&#8230;</em></h5>
<p>Vamos entender isso. Jesus nos fala no imperativo: IDE, PREGAI, ANUNCIAI&#8230; Ele não diz GRITAI, INFERNIZAI, MALTRATAI, INCOMODAI&#8230;</p>
<p>O <em>incomodo</em> do Espírito Santo vem de dentro para fora e não de fora para dentro(como é o caso do barulho). Quando Paulo(cf. II Timóteo 4:2 prega a palavra, inste, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a paciência e doutrina&#8230;) não significa, PERTURBE,  TIRE O JUÍZO de qualquer pessoa, seja hora ou não, seja de madrugada ou não. Muito menos diz: JULGUE e EXPONHA a vida pessoal dos outros, mas CORRIJA, REPREENDA, MOSTRE A VERDADE com TODA A PACIÊNCIA e DENTRO daquilo que É DADO POR DEUS(a doutrina). Ele não fala segundo a doutrina do pastor tal ou do ministério tal. Mas segundo a doutrina do SENHOR e o Senhor de quem estamos falando aqui é o único Senhor, é DEUS.</p>
<p>Paulo está, no momento que escreveu a Timóteo, prestes a ser sentenciado.</p>
<h5>&#8220;Paulo não se apavora, ao contrário, tem uma última recomendação a fazer a Timóteo: a de continuar a difundir a mensagem de Deus, aconteça o que acontecer e, infelizmente, não obstante a indiferença e a hostilidade dos homens.&#8221;(ALEXANDER, 1986 p.1430).</h5>
<p>Devemos também perceber que Timóteo era um jovem colaborador de Paulo. Paulo estava na prisão; Timóteo enfrentava problemas no ministério como a distorção da fé apostólica, as diferentes classes dentro da igreja &#8211; que muitas vezes não de entendiam &#8211; os falsos mestres, o culto que era desordenado, a falta de prudência da liderança local&#8230;</p>
<p><img src="http://www.aguaviva.org.br/wp-content/uploads/2008/03/deus_nao_e_surdo_text2jc.jpg" alt="Deus não é surdo" /></p>
<p>Paulo, aqui, instrui Timóteo, não a ser mal educado ou imprudente, mas a ter PRUDÊNCIA e PACIÊNCIA na tarefa para a qual foi designado diante da URGÊNCIA de pregar o Evangelho. &#8220;Em tempo&#8221; e &#8220;Fora de tempo&#8221; significa que, as condições, mesmo que desfavoráveis, não devem atrapalhar sua tarefa. A urgência em pregar o evangelho deve ser a mesma, quer as condições sejam favoráveis ou não. Muita gente hoje em dia, confunde isso com &#8220;empurrar&#8221; goela a dentro o evangelho nas pessoas. Não é assim. O Evangelho não é algo que se engula como se fosse um remédio ruim e amargo, que tenha que &#8220;descer&#8221; rasgando o esôfago e causando mal-estar momentâneo. O Evangelho é um TESOURO confiado a quem o recebeu e que deve ser anunciado com coragem, urgência, fé e paciência. Como tesouro que é, o evangelho não pode ser &#8220;jogado&#8221; por aí, mas anunciado com amor, com entusiasmo, com inspiração e com o discernimento necessário para que são se torne, aos olhos dos que ouvem  a nossa pregação, algo repugnante ou, simplesmente, um conjunto de normas e uma moral difíceis de serem vividas. O evangelho é vida. É necessário, portanto, para cada um de nós:</p>
<h5>Notas da Bíblia de Estudos Plenitude:</h5>
<ul>
<li>Uma consciência limpa perante Deus e o homem</li>
<li>Um estudo responsável da Bíblia e uma vida de oração e de intimidade com Deus para que nos tornemos &#8220;intérpretes sensíveis da Escritura&#8221;.</li>
<li>Reconhecer que haverá oposições. Mas elas não devem ser obstáculos ou motivo de desânimo para nós na tarefa de evangelizar. Por isso, não nos frustremos com a oposição.</li>
<li>Sermos incansavelmente fiéis naquilo que Deus nos ordenou a fazer.</li>
<li>Exercitarmos fielmente os dons carismáticos que nos foram comunicados. Devemos também nos disciplinar continuamente a empregar esses dons na ousadia e no amor.</li>
<li>Devemos ser fortes na graça e nos entregar profundamente ao poder de Jesus Cristo que quer realizar o Seu objetivo através de nós.</li>
<li>Buscar os frutos do Espírito e não sucumbir aos desejos carnais.</li>
<li>Reverenciar sempre a Palavra do Senhor, reconhecendo a sua fonte divina de inspiração.</li>
</ul>
<h4>Religiosidade</h4>
<p>É necessário evitar os jargões ou a religiosidade que são enganosos. Religiosidade não é sinônimo de conversão ou de devoção. Religiosidade é costume, são rituais, são comportamentos adaptados e forjados quase sempre para causar medo nas pessoas ou impressionar os outros. Religiosidade não é fé madura, portanto!</p>
<h4>Discussões Teológicas</h4>
<p>As pessoas com sabedoria espiritual possuem percepção espiritual e um sábio sistema de valores. Percebem que qualquer discórdia teológica é improdutiva e recusam-se a envolver-se nelas. Aprendem, portanto, a persuadir os outros gentilmente, reconhecem a tendência humana de evitar as exigências da verdade e a ouvir apenas o que se quer escutar ou o que é conveniente. Portanto, preguemos a Palavra insistentemente. Isso significa, usemos os dons que Deus nos deu, a criatividade, o modo gentil e caridoso de chegar àquelas pessoas que não compreendem o Evangelho ou não o aceitam.  Estejamos preparados a qualquer momento. Proclamemos o Evangelho e dediquemo-nos à instrução das pessoas que não conhecem a Jesus ou que não O aceitam.</p>
<h4>Diligentemente</h4>
<p>Pregue o evangelho com ousadia, sem temor! Deus não nos deu um espírito de medo, mas o Espírito Santo</p>
<h4><strong>&#8230;Deixarão de ouvir a verdade para darem atenção às lendas. (II Tim 4:1-5)</strong></h4>
<h5><em> Na presença de Deus e de Cristo Jesus, que julgará todos os seres humanos, tanto os que estiverem vivos como os que estiverem mortos, eu ordeno a você, com toda a firmeza, o seguinte: Por causa da vinda de Cristo e do seu Reino, 2  pregue a mensagem e insista em anunciá-la, seja no tempo certo ou não. Procure convencer, repreenda, anime e ensine com toda a paciência. 3  Pois vai chegar o tempo em que as pessoas não vão dar atenção ao verdadeiro ensinamento, mas seguirão os seus próprios desejos. E arranjarão para si mesmas uma porção de mestres, que vão dizer a elas o que elas querem ouvir. 4  Essas pessoas deixarão de ouvir a verdade para darem atenção às lendas.5  Mas você, seja moderado em todas as situações. Suporte o sofrimento, faça o trabalho de um pregador do evangelho e cumpra bem o seu dever de servo de Deus.</em></h5>
<h4> <img src="http://www.aguaviva.org.br/wp-content/uploads/2008/03/deus_nao_e_surdo_text1jc.jpg" alt="Deus não é surdo" /></h4>
<h4>Conclusão:</h4>
<p>A Igreja precisa de mais Timóteos que estejam determinados a proteger o Evangelho como um depósito sagrado confiado a eles, e que sejam fiéis ao proclamá-lo, que estejam prontos para sofrer por Ele e que o transmitam a seguidores fiéis. A gente precisa assimilar o que foi dito agora. Vamos nos empenhar também</p>
<p>&#8230; É preciso ter em mente que a perfeição de Deus é total. Podemos até dizer algo que pode parecer engraçado, pegando carona nesse pensamento: a perfeição de Deus é perfeita, até no Seu sistema auditivo; Ele não é surdo! Não só nos olha e nos vê, mas nos ouve e nos escuta muito bem. Por tanto, não precisamos gritar&#8230;</p>
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